A confirmação de um papa argentino foi indubitavelmente um
baque aos brasileiros, e um atentado ao bairrismo gaúcho. O orgulho dos títulos de mulher mais linda do
mundo, melhor jogador de futebol não se repetiu nos corações católicos. Desta vez
a vitória não foi nossa. Já não bastasse sair sem o título, ainda perdemos para
nossa arqui inimiga, Argentina.
Ainda não se sabe ao certo como as coisas vão andar sob os
olhos de “Chico”, apelido carinhoso dado pelos gozadores de plantão. Envolvido
em questões polêmicas, apreciador tango e torcedor do San Lorenzo, Jorge Mario
Bergoglio, teve afeição daqueles que vêem cara, mas não vêem coração. Com cara
de “velhinho mimoso” já agradou mais do que a carrancuda feição de Bento XVI, que deixava a desejar no quesito simpatia.
Mudanças nos posicionamentos católicos? Só Deus sabe. Mas não
esperemos que do dia pra noite, a camisinha seja distribuída na missa aos
domingos, o aborto passe a ser oferecido em hospitais e o casamento gay seja recebido
de braços abertos pela igreja. Ele é latino-americano, mas é só um papa.
Foto: Divulgação - O latino-americano trará radicais mudanças em seu pontificado?

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